Cheesecake de Chocolate com Creme de Laranja !!!

Natal, Reveillon e Férias não é um tempo para se preocupar com calorias certo? Certo, pois todo mundo come um Peru a mais ali, um Tender aqui haha. Além de tudo isso que tal uma Cheesecake ? Mas uma Cheesecake moderadamente “light” haha.

Esta Cheesecake é feita no estilo italiano, utilizando principalmente ricota, e só um pouco de cream cheese, mais para ajudar na textura. É um pouco mais leve do que o estilo de Nova York, que usa muuito cream cheese e leva 5 dias para digerir e ainda é considerada uma sobremesa leve, vai entender né haha.

Além da ricota uma crosta de chocolate é uma boa porque harmoniza bem com as raspas de laranja no recheio. Eu não tenho lá uma vasta experiência com cheesecake ou sobremesas em geral, mas garanto que, ao fazer isso, você não vai se decepcionar nem um pouco !!

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Ingredientes

Creme:

800gr Ricotta

220gr Cream Cheese

1 xícara de açúcar

4 ovos

1/2 xícara de creme azedo

1 Fava de Baunilha

Raspas de 1 laranja

Crosta:

2,5 xícaras de biscoito de chocolate quebrado

120 gr de manteiga derretida

2 colheres de sopa de açúcar

O merengue para decorar você pode escolher um dos que publicamos no último post.

http://gastronomiacontemporanea.wordpress.com/2013/07/22/com-que-merengue-eu-vou/

A Cheesecake pode parecer um pouco assustadora e talvez você já tenha ouvido falar de pessoas reclamando sobre cheesecake com rachaduras nela, mas é um dos bolos mais simples de montar, acredite. A cheesecake é nada mais que um creme cozido em uma crosta, de modo que, como qualquer creme o objetivo principal é não cozinhar demais os ovos. Confiem, vai ser fácil.

Para a massa quebre e esfarele os biscoitos em uma tigela, depois de ter as migalhas, adicione o açúcar e a manteiga derretida e misture todos juntos para umedecer.

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Pré-aqueça o forno a 350 º.

Espalhe essa massa obtida até cobrir o fundo e as laterais da forma, tente manter uma espessura uniforme em todos os lados.

Abaixe o forno a 325 º

Asse a massa por 15 minutos e depois deixe esfriar.

Em seguida, bata a ricota, cream cheese e o açúcar até ficar homogêneo.Leve ao fogo baixo e adicione o restante dos ingredientes do creme e continue mexendo com uma espátula ou um fouet até que tudo esteja uniformemente incorporado. Por último adicione a fava de baunilha e deixe um tempo antes de desligar o fogo. Retire a fava e despeje o creme na massa resfriada.

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O truque para evitar rachaduras é assar em banho-maria e usar água já fervendo, pois se não a torta vai demorar uma eternidade para assar, cubra a torta com papel alumínio e use uma assadeira que possibilite a quantidade de água chegar até metade da assadeira da torta. A água vai regular a temperatura e cozinhar a torta por um todo, com perfeição.

Asse em 150º por aproximadamente 80min.

Após esse tempo, retire o papel alumínio, para testar se ele esta pronto, chacoalhe a assadeira, se o creme se mexer muito deixe mais tempo, mesmo. Se ele não se mover, está pronta e se ficar mais tempo pode começar a rachar e ficar seca.

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Com cuidado, retire o bolo do forno, deixe a torta esfriar por 2 horas.

Ai acabou certo? Errado haha, em seguida, embrulhe em plástico e coloque na geladeira por pelo menos mais 4 horas.

Decore a borda com chantilly e agora sim acabou !! O resultado é mais ou menos esse aqui:

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Bom, é isso pessoal, espero que tenham gostado da receita, que muitos façam e que todas fiquem ótimas ;D
Até o próximo Post e muito obrigado 0/

Luis Paulo Carminatti

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Com que Merengue eu vou ???

E ai galera como estão? Espero que bem né, porque pelo tempo que eu fiquei sem escrever dava pra todo mundo ter casado, tido filhos e talvez até netos haha.

Hoje vamos falar sobre Merengue !

Mas porque merengue ? É uma coisa simples não é ? Não, não é!!

Existem vários tipos, vários usos e várias “manhas” para o merengue  e hoje vamos tentar ajudar as pessoas a saber o qual usar para decorar uma torta ou um bolo, o qual usar para fazer suspiro ou para simplesmente comer com um morango ou qualquer outra fruta.

O que é o Merengue ?

Merengue nada mais é do que a junção da clara com o açúcar. Ele é muito usado na confeitaria, não é à toa que, desde o século XVI, usamos esta invenção que pode ser incrementada em tortas, soufflés, mousses e outras receitas.

A textura final vai depender da proporção de açúcar empregado. Quanto menos açúcar mais leve e mole ficará o merengue, quanto mais açúcar, mais firme ele ficará.

O Merengue mais leve é utilizado em soufflés, cremes e mousses e o mais firme fica ótimo quando assado, com uma textura crocante por fora. Os merengues podem ser gratinados ou dourados (forno, maçarico ou salamandra).

Geralmente a quantidade de açúcar utilizado é o dobro da quantidade de claras no intuito de obter um Merengue leve e aerado além de ser fundamental para estabilizar o merengue, pois sua adição retarda a formação de bolhas de ar. O açúcar deve ser adicionado aos poucos depois que as claras já tiverem aumentado em 4 vezes o seu volume.

Para auxiliar na estabilidade do Merengue pode-se também adicionar um ácido que ajuda a alterar o pH da albumina (proteína que dá à clara a capacidade de espumar). O cremor de tártaro, ácido tartárico ou ácido cítrico (limão e laranja) devem ser adicionados em proporções adequadas para evitar o sabor residual no merengue. Podemos ainda adicionar uma pitada de sal para ajudar a intensificar o sabor.

E você achou que era só bater as claras com açúcar né? Doce engano haha

Cuidados para que seu Merengue fique com cara de Merengue:

- A clara deve estar livre de resíduos de gema (gordura);

- Utensílios limpos e secos;

- Usar ovos em temperatura ambiente;

- O ponto de aeração não deve passar de brilhante e úmido ou as claras começam a se separar;

- Para secar ou assar um merengue, o forno deve estar em temperatura bem baixa (abaixo de 99ºC), pois o calor deve apenas evaporar a umidade das claras e não queimar o Merengue;

- Quanto mais açúcar maior a durabilidade do Merengue. Mas é importante produzi-lo momentos antes de ser empregado, com exceção do merengue italiano;

- Merengues assados devem ser armazenados somente depois de frios em recipientes bem fechados longe de umidade;

- Para dar cor ou sabor ao merengue use essências, corantes alimentícios acrescentados momentos antes de terminar de bater o Merengue.

Agora que você decorou essa cartilha de como se fazer um bom merengue é só bater as claras e ser feliz … Não ! Existem três tipos de Merengue e claro, três tipos de preparo, legal né?

Merengue Francês

É o Merengue cru, basta bater as claras em neve com metade do açúcar (o que vai depender de quantas claras você vai utilizar) e, quando o volume quadruplicar, acrescentar a outra parte aos poucos. A quantidade de açúcar é sempre o dobro da quantidade  da clara (50g de clara para 100g de açúcar). Este Merengue é considerado o mais simples dos três. Por isso, deve ser consumido o quanto antes, já que não é estável.

É usado, principalmente, para fazer suspiros, macarons e receitas que devem ir ao forno, pois as claras são batidas cruas e precisam ser assadas.

Merengue Italiano

Merengue “cozido”, como assim cozido? Ele é feito a partir de uma calda de açúcar que deve estar entre 115 e 121 graus, e sim, você vai precisar de um termômetro!

A calda serve para pasteurizar e estabilizar o merengue, as claras são batidas na batedeira e esta calda é derramada aos poucos sobre elas, depois disso o merengue é batido até esfriar completamente.

Esse Merengue é o único que pode ser armazenado por algumas horas pois é mais estável e seguro, tem uma consistência mais firme devido à cocção do açúcar. Quando assado tende a ficar muito duro. O melhor dos três para ser aromatizado. Use para decorar, como cobertura caramelada, para dar leveza a mousses e suflês ou fazer verrines.

Merengue Suíço

É o Merengue feito em banho-maria, em uma vasilha sobre uma recipiente com água fervente, bata as claras com o açúcar em uma temperatura de aproximadamente 60 graus até que você perceba que o açúcar foi dissolvido. Gire a vasilha até que fique um creme homogêneo, você pode bater à mão ou em uma batedeira, até que o Merengue fique frio e triplique o seu volume.

Geralmente é usado em decorações de bolos e tortas.

Bom, é isso, Merengue não é tãoo simples assim como todo mundo pensa, mas também passa longe de ser algo difícil de ser feito, espero que essas dicas tenham ajudado a você que já tentou fazer um achando que era outro, ou se confundia com os usos dos Merengues !!

Até a próxima !! E juro que vou tentar não abandonar mais o Blog e pesquisar várias coisas bem legais para postar aqui, além de uma nova coluna que estamos preparando com alguns colaboradores, um abraço a todos e muito obrigado por lerem o Gastronomia Contemporânea.

Luis Paulo Carminatti


Então que acabe em Pizza !!!

Fala galera como estão ?? Espero que bem !!

Pra variar fiquei um tempão sem escrever nada por aqui né, pois é, quem já fez ou faz TCC sabe que a palavra tempo não faz parte do nosso vocabulário nessa triste época da nossa vida haha.

Maas, felizmente já acabou e vamos falar de coisas boas, boas como Pizza que tal ?

No dia 6 de novembro aconteceu um evento muito legal na Pizzaria Speranza da Bela Vista em São Paulo que contou com a presença da impressa, de profissionais, e até o Cônsul italiano.

Eu, Eduardo e Timóteo fomos convidados pelo André e o pessoal da G.I. Metal e claro, não poderíamos ter deixado de comparecer né haha.

O evento foi organizado para receber o presidente da Associazione Verace Pizza Napoletana, Antonio Pace, que pela primeira vez visita a América Latina e veio entregar uma placa homenageando a Cantina e Pizzaria Speranza pela difusão da cultura gastronômica napolitana no Brasil e pela perpetuação da pizza verdadeiramente napolitana que faz há 54 anos no país

Timóteo e eu aguardando para “degustar”

A Associação Verace Pizza Napoletana (AVPN) foi fundada em julho de 1984 em Nápoles, onde tem sede legal e operativa, sem fins lucrativos.

Sua missão é promover e proteger no mundo a “verdadeira pizza napolitana”, isto é, o produto  típico feito de acordo com as características descritas no Disciplinar internacional para uma marca coletiva “Vera Pizza Napoletana”.

A AVPN está também envolvida na promoção e proteção dos exercícios afiliados e dos produtos da cadeia produtiva ligada á “Verace Pizza Napoletana” e na profissionalização dos pizzaiolos.

Graziano e o Presidente Pace !

Com Pace vieram o diretor de Marketing da AVPN, Stefano Auricchio, e os pizzaiolos Paola Surace e Giovanni Improta, ambos em sua primeira visita ao Brasil. Os pizzaiolos fizeram uma demonstração prática enquanto o presidente da entidade falava das características da verdadeira pizza napolitana. Em seguida, em conjunto com os profissionais da Speranza, prepararam as pizzas para nós degustarmos (entendam comer, pois comemos beem haha).

Além das Pizzas também bebemos alguns vinhos italianos e comemos Tortano, um pão rustico napolitano recheado com calabresa, ótimo por sinal.

Durante o show musical da cantora Mafalda Minozi, ótima e super simpática, Pace pediu uma pausa para entregar a homenagem à Familia Tarallo: Paola, Monica, Francesco, Dona Cyrene (viúva de Antonio Tarallo, filho de Dina Speranza) e Celso Cassas.

Agora o Eduardo segue com o texto para explicar melhor para vocês o que realmente é a “verdadeira pizza napolitana”, afinal ele tem propriedade para falar sobre isso !!

E ai pessoal tudo bem? Tive a oportunidade de comer a pizzas em Nápoles e Sorrento e devo dizer que fiquei apaixonado por elas. Porém, falar das pizzas napolitanas é falar de um prato bem diferente do que estamos acostumados a ver e comer por aqui.

Não que as pizzas daqui sejam ruins, muito pelo contrario, acontece que as “napolitanas” devem ser incluídas em uma categoria a parte por serem realmente deliciosas. São pizzas leves, fácil de dobrar, isso mesmo pessoal, pizza se come com as mãos, deve ser macia quando corretamente assada, as bordas elevadas devem ser douradas e o gosto da massa deve ser de pão fermentado, que quando misturado ao sabor ácido do tomate italiano, do queijo mozzarela de búfala DOP e do perfume do manjericão, torna a experiência de comer inesquecível!!!

Mas qual a diferença da pizza “comum” da pizza napolitana? Basicamente as diferenças estão na qualidade e quantidade dos ingredientes utilizados e no modo de prepara-las. São consideradas pizzas napolitanas apenas dois tipos, a Margherita, feita com molho de tomates pelados italianos, mozzarela de búfala ou Fior di Latte (mozzarela de leite de vaca), azeite extra virgem e manjericão, já a Marinara é feita utilizando molho de tomates pelados italianos, azeite extra virgem e alho fresco, sendo a massa de ambas preparada com a farinha de trigo tenro, a chamada farina “Doppio 0” , abertas a mão e assadas em forno a lenha.
Vale a pena experimentar!!!

E ai galera, depois da explicação do Eduardo ficou mais claro né? E realmente vale muito a pena experimentar.

Aproveitando que falamos de Pizza e Itália o Eduardo e eu estamos concorrendo a passagens para fazer o curso de Pizza Napolitana na Itália, (exatamente o mesmo curso que falamos aqui, o da Vera Pizza ) para ganharmos precisamos da ajuda de vocês, bastar acessa a página da Alitalia:

https://www.facebook.com/alitalia/318041844953004?sk=app_289137204523653&app_data=eyJ1cmkiOiJwdFwvdGlja2V0XC80MjU2NCIsInRvZG8iOiJyZWRpcmVjdCJ9

Curtir a página e votar no Wagner Eduardo, é bem rápido e fácil.

Mas ainda não acabou!!

Tem a parte boa, se a gente ganhar, que com certeza com a ajuda de todos vocês ganharemos, vamos sortear uma Absolut Unique, a edição limitada da Absolut que vem com a garrafa numerada e não existem dois modelos iguais de garrafa, todas são únicas = )

Como eu posso concorrer você me pergunta ? Eu te respondo: é só curtir a página da Alitalia no Facebook , votar no Graziano e deixar um comentário aqui neste Post mesmo com a palavra Votei, viu só como era fácil? Além de você ajudar a gente ainda pode ganhar uma Absolut, moleza né? Então vamos lá pessoal, vamos votar !! Conto com todos vocês e muito obrigado !!

Então é isso galera, espero que tenham gostado do Post e da Promoção também, afinal uma Absolut sempre vai bem haha, até a próxima, muito obrigado a todos dês de já 0/

Texto e imagens:

Luis Paulo Carminatti

Wagner Eduardo Graziano


Arak não é de araque !!!

E ai galera como estão? Espero que com o fígado preparado haha, pois hoje vamos falar de uma bebida que não é de “araque” não mas é Arak haha, depois do trocadilho infame vamos seguir com o Post, o Arak é um destilado árabe de uvas com infusão em anis. A bebida possui teor alcoólico de 45,9%, mas a maravilha mesmo está na sua alquimia.

Antes de dizer pra vocês como foi beber o Arak, sim eu bebi haha, vamos dar uma olhada na história da bebida, afinal, temos que conhecer o que bebemos!!

O que é o Arak?

Arak ou Araq é uma bebida alcoólica destilada (~45,9%-63% vol. Alc.). É uma bebida clara, incolor, não adoçada, com sabor de anis, também classificada como aperitivo. É a bebida tradicional da Palestina, Israel, Líbano, Jordânia, Iraque e da Síria, e é muito semelhante ao Ouzo grego, à Zivania cipriota e ao Raki turco.

Deve ser bebido diluído em água ou servido puro com gelo (on the rocks), quando adquire aspecto leitoso, é conhecido como “leite de camelo”.

O termo Arak vem do árabe ﻋﺮﻕ (′araq), que significa “suor”, e sua pronúncia varia de acordo com as diversas variantes do árabe. O Arak não deve ser confundido com outra bebida alcoólica de nome semelhante, Arrack (conhecido em Bali também como Arak). Outro termo semelhante é aragh (em armênio, արաղ), que na Armênia, Irã, Azerbaijão e Geórgia é usado para se referir à Vodka.

Como é feito?

O processo começa com os “vinhedos”, e uvas de qualidade são a chave para fazer um bom Arak. As uvas devem ser bem maduras. Em vez de serem irrigadas, as parreiras são deixadas ao cuidado do clima mediterrânico, fazer uso da água natural da chuva é considerado um dom do produtor. As uvas, que são colhidas no final de setembro e outubro, são trituradas e o suco (em árabe El romeli) é colocado em barris e fermentado por três semanas. Ocasionalmente toda a mistura é agitada a liberar o CO2.

Destiladores utilizados para a fabricação do nosso novo amigo de todas horas o Arak

O produto terminado passa por uma segunda destilação. O álcool recolhido na primeira destilação é destilado de novo, mas desta vez é feita a infusão com o Anis. A proporção de álcool para Anis pode variar e é um dos fatores mais importantes na qualidade do produto final. Outra destilação ocorre após isso, geralmente na temperatura mais baixa possível.

Para um Arak qualidade, a bebida quando pronta é envelhecida em ânforas de barro para “amaciar” o Arak e torna-lo  mais adequado para o consumo. O processo de envelhecimento dura cerca de 12 meses em El Massaya, no Líbano que possui o Arak com mais capacidade de envelhecimento.

Inúmeras variedades de Arak são populares em todos os países da bacia do Mediterrâneo, na Palestina, Jordânia, Líbano e Israel e Síria é destilado de suco de uva fermentado, às vezes, o açúcar é adicionado e é considerado pelos habitantes muito superior a semelhantes licores doces ou fortificados de outros países. Outras bebidas similares são o Zibib do Egito, uma bebida camponesa feita da mesma forma, o Ouzo na Grécia, Mastika na República da Macedônia e da Bulgária e Rakı na Turquia; eles são feitos de uma variedade de produtos como grãos, melaço, ameixas, figos e batatas. Um variante iraniano chamado Aragh-e Sagi (persa: عرق سگی, que significa literalmente suor de cão) é produzido sem Anis, e tem um teor de álcool ainda mais alto do que outras variedades que pode chegar a 78%, alguém arrisca uma dose?

Grandes marcas de Arak

Síria

Batta (ﺍﻟﺒﻄﹽﺔ)

Dinan (ﺩﻧﺎﻥ)

Al-Hayat (ﺍﻟﺤﻴﺎﺓ)

Al Mimas (ﺍﻟﻤﻴﻤﺎﺱ)

Rayan (ﺍﻟﺮﻳﹽﺎﻥ)

Al Jaraa (الجرة)

Jododona (جدودنا)

Brdone (بردوني)

Al Reef (الريف)

Jordânia

Haddad (حداد)

Zumout (زعمط)

Israel

Elite Ha’arak (עלית הערק)

Arak Askalon (ארק אשקלון)

Aluf Ha’arak (אלוף הערק)

Líbano

As Samir (السمير)

Arak el Rif (ﻋﺮﻕ ﺍﻟﺮﻳﻒ)

Batroun Mountains (جبال البترون)

Brun (ﺑﺮﺍﻥ)

Al-Laytany (ﺍﻟﻠﻴﻄﺎﻧﻲ)

El Massaya (ﻣﺴﺎﻳﺎ)

Fakra (ﻓﻘﺮﺍ)

Ghantous and Abi Raad (ﻏﻨﻄﻮﺱ ﻭ ﺃﺑﻲ ﺭﻋﺪ)

Kefraya (كفرَيا)

Ksarak (ﻛﺴﺎﺭﺍﻙ)

Layali Loubnan (ﻟﻴﺎﻟﻲ ﻟﺒﻨﺎﻥ)

Nakd (ﻧﻜﺪ)

Riachi (ﺭﻳﺎﺷﻲ)

Tazka (ﺗﺰﻛﺎ)

Touma (ﺗﻮﻣﺎ)

Wardy (ورده)

Palestina

Ramallah Golden Arak (عرق رام الله الذهبي)

Sabat Arak (عرق صابات)

Como beber?

Arak é geralmente misturado em água, aproximadamente 1/3 Arak e 2/3 de água, em seguida, a mistura é transferida para um pequeno copo cheio de gelo. Agora entendam o porque da alquimia que eu disse lá no começo, a diluição faz com que a bebida se torne um liquido meio leitoso e brilhante, porque o Anetol, o óleo essencial de anis, é solúvel em álcool, mas não em água. Por conta dessas características, a bebida também pode ser chamada de leite de leões ou leite de camelo. O Arak é comumente servido com Mezza, que pode incluir dezenas de pequenos pratos tradicionais. A maioria dos consumidores prefere consumir Arak desta forma, em vez de sozinhos. É também bem harmonizado com churrasco e molho de alho.

ATENÇÃO!

Se o gelo é adicionado após a bebida no copo resulta na formação de uma película, como se fosse uma nata que se torna desagradável na superfície da bebida, porque o gelo faz com que os óleos do Arak se solidifiquem.

Não é preciso muitas doses pra se sentir pisando em nuvens. Mas cuidado! Há quem o prefira puro, porém não é muito aconselhável por alguns fabricantes, que estampam na garrafa a informação:

“NÃO INGERIR PURO”

Ou seja, o negócio é neurótico. Recomendo a vocês a experimentarem, confesso que fiquei com meio receio de tomar mas, é incrível! Alguém por aqui já provou?

E ai, gostaram do Post? Se sim comentem, compartilhem, divirtam-se, se não gostarem podem fazer isso também, afinal não custa nada haha, obrigado a todos que nos acompanham e um abraço 0/

Texto: Luis Paulo Carminatti


Mais que Macaron, Ladurée !!!

Um verdadeiro clássico parisiense desembarcou em São Paulo. A Pâtisserie Ladurée, famosa por produzir o melhor Macaron do mundo, com sua receita incomparável e seus sabores originais do famoso docinho italiano ( SIM, o doce é de origem Italiana, e não francesa) adotado pelos franceses de dar água na boca de qualquer um.

Com boutiques em países como Inglaterra, Itália, Estados Unidos, Líbano, Suíça e Turquia, a primeira loja no Brasil é um sucesso imediato.

Há um certo tempo algumas pessoas já me pediram para fazer um Post falando da Ladurée, demorou, mas chegou haha, o Eduardo e eu conseguimos um tempo e fomos até a loja essa semana e vamos mostrar para vocês, mas antes vamos dar uma olhada na história da Ladurée.

Tradição francesa

A história da Ladurée inicia, em 1862, quando Louis-Ernest Ladurée abriu uma padaria na Rue Royale, em Paris. Em 1871, no período que antecedeu a Revolução Francesa, seu negócio foi queimado e no lugar, monsieur Ladurée resolveu montar uma pâtisserie com teto pintado por Jules Chéret, com querubins vestidos de doceiros, que se tornou uma das marcas da estética Ladurée.

Alguns anos mais tarde, com os cafés virando moda na Cidade-luz, e para não perder os clientes de seu negócio, a esposa de Louis-Ernest, Jeanne Souchard, teve a ideia de unir os conceitos de café com o de pâtisserie, criando assim uma casa de chá, onde as mulheres também poderiam circular livremente – o que era proibido nos cafés. A partir daí a casa ganhou fama, passando a ser uma referência em Paris.

Mas a Ladurée se tornaria ainda mais famosa na década de 1930, ao modificar a receita original do macaron, criada no século 16. O que o chef pâtissier da família fez foi inserir um cremoso e delicioso ganache no interior do docinho. Voilà! Estava criado o mais famoso macaron do mundo!

Hoje, o macaron da Ladurée com seu exterior crocante e recheio que derrete na boca se apresenta em mais de 30 sabores, alguns dos quais preparados de acordo com a fruta da estação.

Assim como na matriz parisiense diante da igreja de la Madeleine, na Rue Royale, a decoração da loja de são Paulo é inspirada nas tradicionais casas de chá do século 19, com lustres de cristal e espelhos. A decoração homenageia al´âge d’or francesa e a vitrine exibe orgulhosamente as deliciosas delicadezas que tornam a Laduréeum verdadeiro clássico do Made in France!

Bom, vamos falar agora do Macaron, afinal viemos por ele não é?

Provamos três sabores, o Citron (Limão Siciliano), o de Pistache (que acreditem, realmente tem gosto de Pistache, um avanço para o Brasil) e o de Morango com Papoula.

É meio difícil comparar esses três porque não pertencem a mesma cadeia de sabores, o Citron se aproxima um pouco do Morango mas ainda assim é difícil afirmar qual é melhor.

Macaron Citron

Macaron Citron parcialmente devorado

Falando em melhor, se me perguntarem se é o melhor do mundo vou responder que é o melhor que já comi, afinal não comi todos do mundo, é realmente muito bom, impossível comparar um Ladurée com qualquer um desses “suspiros recheados” que vendem por aqui, é outro padrão, o equilíbrio entre a massa crocante, não seca ok, apenas crocante e o recheio extremamente cremoso que derrete na boca é uma experiência realmente necessária para você que gosta de apreciar uma bela sobremesa.

Macaron de Pistache

Macaron de Pistache também parcialmente devorado

Um Macaron vale o preço de 9 reais que é cobrado por unidade? SIM, vale e com louvor, afinal o Macaron é feito em Paris, e vem para São Paulo congelado a bordo de um avião, obviamente toda essa operação exige um custo, que é repassado no preço final, que afinal de contas 9 reais, pelo que é e por como chega até aqui sai até barato.

Portanto se você não comeu um Macaron Ladurée sinto em dizer que você ainda não comeu um Macaron = )

Macaron de Morango com Papoula

Macaron de Papoula antes de ser completamente devorado

Além dos famosos macarons, você vai encontrar chocolates, doces finos, balas, chás e geléias. A loja também conta com um acervo de velas, caixas, itens de papelaria e pacotes para presente.

Vale muito a pena visitar a loja que fica no primeiro piso do Shopping Iguatemi JK na entrada ao lado da loja da D&G, espero que tenham gostado do Post e que tenham a oportunidade de conhecer a loja e comer um Macaron de verdade, e aposto que depois que comerem, vão pensar do mesmo modo que eu haha, um abraço a todos e até a próxima 0/

Ladurée Shopping JK Iguatemi

Av. Presidente Juscelino Kubitschek, n° 2041 – Itaim Bibi

Piso Térreo

São Paulo – SP

www.laduree.com

Fotos: Eduardo Graziano
Texto: Luis Paulo Carminatti


There’s more to life with Twinings !!!

Fala galera, como estão? Espero que bem !! Hoje vamos falar sobre chá, isso mesmo, chá.
O chá vive um momento todo especial no mundo gourmet, cada dia mais pessoas começam a provar, degustar e consequentemente apreciar a bebida. Inclusive no Brasil, onde já é possível encontrar chás de boa qualidade. Os apreciadores de chás do mundo inteiro são unânimes em afirmar que eles são os melhores que existem. Insuperável na arte secular de combinar sofisticados ingredientes, oferece as mais diferentes variedades de chás, com sabores deliciosos e aromas inconfundíveis. Para alguns apreciadores ao redor do mundo, TWININGS é sinônimo de chá. Faça como a rainha da Inglaterra: exija TWININGS na sua casa. Mas antes, vamos conhecer um pouco sobre a tão recomendada marca inglesa.

A história

A história da marca inglesa TWININGS se confunde com a expansão do hábito de tomar chá no Ocidente. Oriundo de uma família de tecelões, Thomas Twining tornou-se comerciante em virtude de uma crise econômica. Em 1706, comprou uma pequena cafeteria em Londres que viria a se tornar, provavelmente, a primeira empresa a comercializar chás no mundo, imortalizada no sobrenome de seu fundador. A localização do estabelecimento foi muito bem escolhida, entre Westminster e a cidade de Londres, onde vivia a aristocracia inglesa depois do grande incêndio ocorrido na cidade (Great Fire of London).

Sob a porta de seu café, Thomas colocou a imagem de um leão dourado, que permanece como símbolo da empresa. Como nesta época havia muitos estabelecimentos deste mesmo tipo, o fundador resolveu utilizar seu vasto conhecimento adquirido com o comércio de chás. O diferencial da Thomas Twining Coffee House era o chá, importado da china, que fazia parte do cardápio. A bebida “pecaminosa”, como era considerada pela Igreja Católica na época, conquistou o paladar inglês. O negócio dava tão certo, que as mulheres, proibidas de frequentar cafés, esperavam na porta do estabelecimento enquanto um criado buscava a novidade. Como o chá ganhava popularidade entre a aristocracia inglesa, rapidamente o estabelecimento conquistou a reputação de vender os mais finos chás da cidade.

Em 1717, Thomas resolveu inaugurar uma segunda loja, especializada somente em chás para as mulheres, localizada três casas adiante da cafeteria. Foi a alegria das inglesas, que saíam para comprar seus chás ou tomá-los no salão enquanto falavam da vida alheia. Em 1734 a TWININGS abandonou o café e passou a comercializar somente chás. Com a morte de Thomas em 1741, seu filho Daniel, assumiu os negócios. Sob nova gerência, a TWININGS começou a exportar seus famosos chás para os Estados Unidos em 1749, tendo como um de seus principais clientes o perfeito de Boston. Em 1787, seu neto e herdeiro, Richard, deu ares mais grandiosos à fachada da loja. O leão dourado recebeu a companhia de dois chineses, para remeter às origens dos produtos comercializados na loja. Criou também um símbolo distintivo: o nome TWININGS (sem apóstrofe), com uma tipologia que até hoje enfeita as embalagens da marca. Há mais de dois séculos em vigor, é o logotipo ainda em uso mais antigo do mundo.

O novo herdeiro também convenceu o governo britânico a baixar os tributos do produto, nesta época os impostos do chá eram altíssimos. Com isso, ele conseguiu que a bebida ficasse acessível para toda população. Foi então que as vendas da TWININGS dispararam. Earl Grey é o sabor da TWININGS mais vendido no mundo e por isso considerado sinônimo da marca. A lenda diz que Earl Grey ou melhor, Conde Grey, Primeiro Ministro da Inglaterra entre 1830 e 1834, foi presenteado com essa sofisticada receita por um mensageiro em uma viagem à China. Sendo Thomas Twining, seu fornecedor oficial, passou a fabricar a receita original, que é um sucesso até os dias de hoje. Sempre zelando pela pureza e qualidade, desde 1837 a TWININGS tem o privilégio de ser fornecedora exclusiva de chá da realeza britânica, tanto que utiliza o título “By Appointment to Her Majesty Queen Elizabeth II”, impresso nas embalagens dos produtos.

No começo do século, em 1910, a empresa inaugurou sua primeira loja na cidade de Paris. Em 1933, a marca lançou no mercado o English Breakfast, um blend de chás que se tornaria extremamente popular no mundo inteiro. Foi somente, em 1956, que a TWININGS começou a produzir seus famosos chás em saquinhos. Em 1964, a TWININGS of LONDON foi comprada pela ABF (Associated British Foods), um das maiores empresas alimentícias da Europa. Nas décadas seguintes a TWININGS difundiu seus produtos por muitos países, introduzindo também muitas novidades como os chás descafeinados na década de 80; uma linha de chás gelados prontos para beber em garrafinhas (Iced Tea), introduzido em 1981; os chás orgânicos em 1996; os chás populares sob a marca Evereday Tea (2005); bebidas a base de chocolate (2005) e uma pequena linha composta por quatro tipos de cafés de alta qualidade (2007). Hoje em dia a tradicional marca é comandada por Stephen Twining, a décima geração de um clã tão dedicado ao chá quanto a monarquia ao protocolo.

Os chás

A TWININGS oferece uma ampla variedade de sabores: desde os famosos chás pretos até exclusivos sabores de chás verdes e infusões de flores e frutas. Entre as enormes variedades destacam-se três deliciosos sabores de chás verdes: Jasmine (chá de cor clara, e baixo teor de cafeína), Green tea & Mint (chá verde com menta) e Green tea & Lemon (chá verde com limão). O Earl Grey é o sabor da TWININGS mais vendido no mundo e por isso considerado sinônimo da marca. Um clássico entre os chás sofisticados, este chá preto é aromatizado com óleo de bergamota do Mediterrâneo, o que resulta em um sabor delicadamente refrescante. Outros chás que se destacam no enorme portifólio da marca são: English Breakfast (originário do Ceilão e Índia, possui um sabor encorpado e forte, ideal como bebida para despertar); Ceylon Breakfast (chá delicado e claro que resulta numa bebida dourada de fragrância leve); Lady Grey (chá preto aromatizado com cascas de laranja e limão, proporciona uma refrescante sensação); Black Kurrant (chá preto aromatizado com cassis (groselha preta), ideal para o início da noite); Orange & Cinnamon (chá preto com laranja e canela); Four Red Fruits (chá preto aromatizado de cereja, morango, framboesa e groselha vermelha); Lemon Scented (refinado chá preto originário do Ceilão que possui limão em sua composição); Ceylon Orange Pekoe (saborosa bebida de cor dourada, produzida a partir da folha de Pekoe); Darjeeling (chá de sabor delicado, proveniente da região do Himalaia, conhecido pela produção dos chás mais caros do mundo).

As infusões de ervas e frutas da TWININGS são naturais e sem cafeína. Muito saborosas, apreciadas para relaxar ou reanimar, podendo ser consumidas quentes ou frias, as principais são: Camomile (chá à base de flores de camomila que possui propriedades calmantes e digestivas); Peach & Passion (o sabor do maracujá misturado com o aromático pêssego); Strawberry & Mango (deliciosa mistura de morango com manga, excelente bebida para matar a sede no verão); Pure Peppermint (refrescante infusão feita a partir de puras folhas de hortelã, conhecida por auxiliar na digestão); Lemopn Twist (uma única e energética mistura de casca de limão, laranja, flores de hibiscos, aquênios de roseira, erva cidreira e raiz de chicória tostada); Rosehips & Hibiscus (revitalizante chá de Rosehip, uma fruta com alto conteúdo de vitamina C, que aumenta a resistência contra resfriados e gripes).

A tradicional loja

City é o nome dado à parte mais antiga de Londres. É exatamente nesta região que está localizada a antiga loja da TWININGS, inaugurada em 1717. Sim, é só uma portinha, diante da Corte de Justiça. Mas, repare na classe. E atente para o detalhe: o brasão da Família Real. Significa que a casa é fornecedora da corte – não a de Justiça, mas a do Palácio de Buckingham.

Hoje, essa mesma loja, muito tranquila e belíssima, e que ainda mantém a acanhada fachada de 3 metros, espremida entre dois edifícios, exibe prateleiras repletas das mais variadas infusões. A loja também vende xícaras de porcelana e os mais variados apetrechos para o ritual de preparação de um bom chá.

Slogans e Comerciais

There’s more to life with Twinings. (2008)
Try something different. Try Twinings. (2007)
Blended to make every day a little better. (2006)
A tea for every taste. (2004)
A legend in tea drinking. (2001)
There’s more to tea with Twinings. (2000)

Agora alguns comerciais mais recentes da marca:

Dados corporativos

● Origem: Inglaterra
● Fundação: 1706
● Fundador: Thomas Twining
● Sede mundial: Londres, Inglaterra
● Proprietário da marca: ABF (Associated British Foods)
● Capital aberto: Não
● Chairman: Martin Adamson
● Presidente: Stephen Twining
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: 115 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 1.200
● Segmento: Bebidas
● Principais produtos: Chás e infusões
● Ícones: A tradicional loja em Londres
● Slogan: There’s more to life with Twinings.
● Website: www.twinings.com

A marca no mundo

Líder mundial no mercado de chás de “especialidades”, há mais de 300 anos a marca vem influenciando hábitos de consumo em mais de 115 países onde distribui suas mais de 200 variedades de chás. Insuperável na arte secular de criar novos “blends”, a TWININGS utiliza ingredientes provenientes de países como China, Himalaia, Ceilão, Índia e Sri Lanka , criando sabores diferenciados com buquês requintados. A fábrica da empresa produz anualmente cinco bilhões de saquinhos de chás para consumo internacional. No Brasil, TWININGS é importado com exclusividade pela Aurora Bebidas e Alimentos Finos.

Você sabia?
● A marca TWININGS é assinada hoje pela Rainha Elisabeth II, que mantém assim o mesmo privilégio da Rainha Vitória, 170 anos antes.
● Não se deve estranhar o hábito de adicionar leite ao chá. O costume remonta há exatos 350 anos, quando as primeiras levas do produto foram trazidas do Oriente. Quem explica é Stephen Twining: “O leite frio começou a ser agregado por uma única razão: temia-se que a quentura do chá trincasse a delicada porcelana chinesa”.

E e ai, gostaram dos chás ? Eu não sou muito adepto de tomar chá, mas reconheço que esse é muito bom mesmo !
Se você gosta de apreciar um belo chá, com certeza vai adorar, espero que tenham gostado do Post, um abraço e até a próxima 0/

Texto: Luis Paulo Carminatti

Fontes: http://www.time.com/time/ ; http://www.businessweek.com/ ;
http://www.brandchannel.com/ ; http://www.forbes.com/


Blueberry Muffins !!!

Fala galera, como estão ? Peço desculpas pela demora para postar, mas posts requerem tempo e tempo está dificil de conseguir, mas hoje consegui fazer algo, e algo muito bom por sinal haha

Afinal tem alguém ai que acha Muffin ruim  ? Ainda mais com Bluebeerry Haha

O nome muffin deriva da palavra francesa “moufflet” que era usada para descrever um pão macio. E, ele realmente surgiu como um pão, no Reino Unido entre os séculos 10 e 11, e não como o bolinho que é conhecido atualmente.

Os dois principais tipos de muffins são o inglês e o americano. Eles variam em estilo, bem como o sabor e a história. Os muffins ingleses originais eram de massa fermentada de pão, em forma achatada, assados numa chapa quente e consumidos acompanhados de chá e geleia. Lá nos países ingleses ainda se encontra esse tipo do alimento.

Por volta do século 19, vendedores de muffins andavam pelas ruas da Inglaterra no horário do tradicional chá para vender os seus bolinhos. Eles usavam bandeja cheia de muffins e tocavam sinos para atrair a clientela.

Já os muffins de estilo americano começaram a fazer parte do cardápio do país por volta do final do século 18, e no século 19 já surgiam receitas do bolinho em livros de culinária. Esse tipo é feito com uma massa de preparo mais rápido e assado em moldes individuais. E foi esse tipo do bolinho que se tornou mais conhecido e propagado em todos os cantos do mundo.

A população americana é tão fã do muffin que vários estados adotaram um tipo do bolinho para ser o oficial do lugar, por exemplo, em Minnesota é o muffin de blueberry, em Massachusetts é o de milho e no estado de Nova York é o de maçã.

Muitas pessoas hoje em dia dizem que bolos, doces, sorvetes e afins   não são o melhor para sua saúde. É indiscutível que eles são preciosos para o seu bem-estar mental, mas talvez não para a sua linha da cintura haha e isso é o que geralmente “pesa” para se responder a questão do comer ou não comer um doce.

Então para que os vigilantes do peso não reclamem (tanto haha) procurei uma receita muito pouco calórica, assim, todo mundo pode fazer e comer é claro, porque fazer e só olhar deve ser um sacrifício enorme haha.

Dizem que os Muffins trazem felicidade, então, vamos ser felizes também não é ?

Ingredientes

150g de farinha de trigo
2 colheres de chá de fermento em pó
75g de aveia
75g de açúcar mascavo
1 pitada de sal
1 ovo batido
150ml Leite desnatado
1/2 colher de chá de essência de baunilha
30g de gordura vegetal, derretida
1 banana madura, amassada
200g de blueberry

Preparo

Pré aqueça o forno entre 180 e 200 graus e disponha as forminhas de muffin em uma assadeira;

Peneire a farinha e o fermento numa tigela grande e, em seguida misture a aveia, açúcar e sal;

Em uma tigela bata o ovo, leite, baunilha e gordura, em seguida despeje os ingredientes secos.;

Mexa bem e adicione a banana amassada até obter uma massa homogênea;

Adicione 2/3 da blueberry na massa e o restante por cima após preencher as forminhas com a massa;

leve ao forno por 20-25 minutos até que a massa cresça e fique dourada.

E ai, o que acharam da receita ? Fácil em !! Espero que tenham gostado, e que realmente façam em casa, qualquer pergunta é só mandar um comentário aqui que respondo o mais rápido possível, muito obrigado pelas inúmeras visitas mesmo sem muitos Posts ultimamente e até a próxima 0/

Texto: Luis Paulo Carminatti


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